Por falar em datas importantes da história de Rondônia.
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Ontem (07), a ACLER – Academia de Letras de Rondônia em parceria com o Departamento de História e Arqueologia da UNIR.
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Realizou no Teatro Banzeiros o Seminário:
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50 anos da BR-364
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Este é o segundo seminário realizado pela ACLER este ano sobre temas de importância histórica para a região - o primeiro foi em maio, tendo como tema central "Rondon além da Linha Telegráfica".
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Segundo o professor aposentado da Unir e acadêmico Abnael Machado de Lima, "a ACLER, ao colocar em seu calendário esses seminários está realizando um trabalho importante, haja vista poder discutir essas questões de importância para se entender a nossa caminhada histórica, e esses eventos ganham maior força com a parceria do Departamento de História e Arqueologia da UNIR".
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Temos que elogiar a atitude dos membros da Acler pela preocupação em manter viva a nossa história.
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Por falar nisso, falta pouco tempo para a prefeitura entregar a Praça da Madeira Mamoré totalmente revitalizada.
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A preocupação é: Será que os visitantes do complexo ferroviário, vão ter a disposição um guia turístico que saiba, pelo menos, um pouco da história da Estrada de Ferro Madeira Mamoré?
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Apesar de termos faculdades formando turismólogos todos os anos, ainda não vi alguém se preocupar em formar GUIAS TURÍSTICOS.
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O Guia Turístico é tão ou mais importante que o turismólogo.
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Pois é ele quem vai deixar o turista, a par da história daquele patrimônio em evidência.
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A Setur – Superintendência Estadual de Turismo e a Semdes – Secretaria Municipal de Desenvolvimento que abriga o Departamento Municipal de Turismo.
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Não tem em seus quadros, o profissional Guia Turístico.
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As agencias de viagens também não abrigam esses profissionais em seus quadros.
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É preciso, se quisermos ver Rondônia no roteiro turístico brasileiro, que os órgãos que administram o setor de turismo, se preocupem e contratem esses profissionais.
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Essa veio de Ariquemes.
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O Violonista ariquemense Rafael Abdala, um dos maiores nomes do violão erudito da Região norte, presenteará a nossa cidade (Ariquemes), com uma apresentação no Centro Cultural Lídio Sohn no dia 16 de julho de 2010, trazendo ao público a oportunidade de ver e ouvir esse grande instrumentista e conhecer o repertório de um músico altamente virtuoso.
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Rafael Branquinho Abdala, 21 anos, vive atualmente em Manaus, onde está concluindo o Bacharelado em música pela Universidade Estadual do Amazonas - UEA.
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Desde cedo revelava habilidades musicais extraordinárias, começou tocando guitarra e em pouco tempo já superava tecnicamente todos os professores de música da cidade.
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Resolvido a fazer um curso superior em música, iniciou os estudos ao violão e descobriu a música erudita, apaixonando-se, prestou vestibular para violão clássico na UEA, logo sendo considerado grande promessa do instrumento pelos professores. (Marcos Biesek)
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Atenção, muita atenção!
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Voltando aos jurados do Flor do Maracujá
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Os caras são tão (des)entendidos que a Quadrilha Rádio Farol adulta campeã – Apresentou o tema “Lendas Indígenas”.
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Pasmes amigos leitores, colocou em uma alegoria a personagem Sereia.
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O apresentador do grupo, no mais alto e bom tom proclamava em sua apresentação:
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“Vejam o trabalho dos nossos artesãos, vamos aplaudir a nossa SEREIAAAAAAAAAAAA!”
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Pelo que me consta. O caboclo da Amazônia conhece a Lenda da YARA
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Sereia é coisa de outros MARES e não dos nossos RIOS amazônicos.
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Índio, apesar de já estar informatizado, não sabe nada sobre Sereia
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Mesmo assim, os jurados responsáveis pela avaliação do quesito Criatividade, deram nota dez ao grupo do professo Severino.
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Provando total falta de conhecimento sobre as lendas, costumes e crenças da Amazônia.
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Não estamos questionando a vitória da Quadrilha Os Caipiras da Rádio Farol.
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Estamos sim, questionando a falta de conhecimento sobre o assunto, das pessoas selecionadas para julgar as apresentações dos nossos grupos folclóricos no Flor do Maracujá. |